domingo, 14 de fevereiro de 2010

Aplicação da cor

A cor representa uma ferramenta poderosa para a transmissão de ideias. Pode captar a atenção do público de forma forte e directa, subtil e progressiva. A cor oferece influentes possibilidades de ser trabalhada como elemento criativo. Dentro do espectro visível, temos a liberdade de combinar tons, produzindo composições atractivas. 
Com referência à área publicitária, existem vários factores que se conjugam para determinar a cor exacta que será portadora da expressividade mais conveniente a cada tipo específico de mensagem para um produto que será consumido.  

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Significado psicológico das cores

Foi mais ou menos à cem anos, que o ser humano começou a usar a cor com a intensidade que o faz hoje.
O número de corantes e pigmentos conhecidos antes do século XIX era muito reduzido. Tinham origem orgânica  e eram caros.
A cor sempre fez parte da vida do homem: sempre houve o azul do céu, o verde das arvores, o vermelho do pôr do sol. Mas agora há, a cor feita pelo homem: tintas, embalagens, cinema, televisão, etc.
As cores constituem estímulos psicológicos para a sensibilidade , influenciam o ser humano,  para gostar ou não de algo. Muitas preferências sobre as cores baseiam-se em associações ou experiências tidas no passado.  

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Temperatura da cor | 3


Vermelho, laranja, e amarelo são as cores que sugerem calor. As cores parecem mais quentes à medida que o amarelo diminui e o vermelho aumenta.


Azul, turquesa e verde são cores frias; o azul é muito frio. O verde é ligeiramente mais quente devido à adição de amarelo.


O cinzento quente contém uma pequena percentagem de vermelho, enquanto o cinzento frio projecta um ligeiro azul.




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Temperatura da cor | 2

Como referi no meu último post, a cor de um objecto depende, não só da fonte luminosa mas também da luz reflectida pelos objectos e superfícies circundantes.

O domínio destes factores é importante, quer quando se pretende organizar uma área com um fim específico, como por exemplo, um museu, quer na escolha do papel para um impresso.

Outro fenómeno da alteração da cor, principalmente em objectos claros é, para além da própria sombra, a sombra projectada. Nestes casos a interferência dá-se pela interposição em relação à fonte de luz e não pelo seu reflexo.

A própria sombra dos objectos permite a modelação dos mesmos.


Como se pode ver na figura acima, a mesma forma plana pode pela simulação das sombras, sugerir-nos  uma esfera, um cone ou um disco.

Fontes: ROCHA, Carlos de Sousa e NOGUEIRA, Mário Marcelo. DESIGN GRÁFICO - Panorâmica das Artes Gráficas II, Lisboa, Plátano Edições Técnicas.
http://www.univ-ab.pt/